E o filme dessa semana foi “The Switch” com o cara de Arrested Development e a Rachel de Friends protagonizando a comédia leve. É um desses roteiros simples em que é possível prever o final logo no começo da trama, mas que serviu pra passar o tempo.
E o filme me ganhou, não por ser engraçado, ou por não ser previsível, mas por retratar bem o conceito de família e toda a complicação que envolve essa organização natural muitas vezes não muito bem organizadas socialmente.
Outro dia estava conversando sobre “Precisamos falar sobre Kevin” e sobre como é aterrorizante a possibilidade de se ter um filho bizarro e não gostar do próprio filho. Mas The Switch, em toda a sua simplicidade mostra o outro lado: a possibilidade de se entender, reconhecer e apreciar os defeitos dos seus filhos.
Porque convenhamos que é exatamente por aí que funciona quando gostamos de verdade de alguém.
Não é um filme excelente que todo mundo precisa ver, nem um filme que todo mundo gostaria de ver, mas certamente é o filme que eu precisava ver essa semana. Até porque de drama ruim já basta esse blog.
Defeituosamente,
Guilherme.
